domingo, 27 de julho de 2008

Felicidade foi-se embora!

“Porque acabou-se, o que era doce virou sal”



Há muito tempo parei de falar sobre o Pedro aqui no blog, porque praticamente nada aconteceu entre nós após minha viagem à Floripa e conseqüentemente ao meu encontro com ele no ano passado.

Pra quem não o conhece, ele é o meu karma e as explicações sobre o dito cujo vocês encontram nos posts dos dias 12 de abril e 29 de maio do ano passado.


O fato é que nesse um ano e alguns meses que se passaram após o tal dia, tivemos muitos altos e baixos.
Ele, como sempre, volta e meia sumia e eu ficava arrancando meus cabelos perguntando “porque isso acontece comigo, meu Gesuis?!”.

Então, eu que tanto reclamei que não tinha novidades em relação a essa história, fui agraciada com uma notícia que posso considerar como uma das mais marcantes do ano, quiçá da minha vida, mas antes de contá-la, farei um daqueles momentos flash back que vocês já conhecem.

- Momento Flash Back

12 de junho, também conhecido como dia dos namorados.
Estudei, dei aula e antes de voltar pra casa, eu e uma amiga resolvemos tomar um chop em um bar perto do trabalho, pra afogar as mágoas por mais um ano passarmos essa data sozinhas.
Então, quando já estava quase chegando em casa, meu celular toca e imaginei que fosse minha mãe pentelhando meu juízo, pois era um pouco tarde.

Eu já estava totalmente desesperançosa de receber qualquer tipo de manifestação de afeto naquele dia e, pra não dizer que ninguém havia lembrado de mim, só a Lily, minha companheira de blog e de encalhadice afetiva havia me ligado mais cedo.
Daí que eu pego meu celular e vejo a seguinte mensagem: “Oi linda! Como que tá? Feliz dia dos namorados, se é que é possível, né? Quais as novas por aí? Beijão meu anjo...”.
Ass.: Pedro.

(...) Pausa para o choque!

Vale passar mal no meio da rua? E chorar, vale?
É, meu povo! Foi essa reação hiper, ultra, mega bicha que eu tive após ler esse testículo e a Lily que o diga, pois foi pra ela que eu liguei igual uma babaca após lê-lo.

Mas eu estava indo pra casa, não é mesmo? E lá chegando, já mais calma, respondi à mensagem do rapaz: “O dia realmente poderia ter sido melhor, mas ainda assim te desejo o mesmo. Eu to ótima! Quanto às novas? Nenhuma! Beijos e se cuida!”.

Não se passa um minuto e meu celular toca. Quem era? Exatamente!
Pois então, digo que o homem surtou! Ele simplesmente fez em um dia o que nunca havia feito em cinco anos de rolo.

E pediu desculpas por ser tão ausente, mas que o fato de ele não “aparecer” não significava que ele não gostasse de mim, até porque se fosse fazer ligar ou mandar mensagens cada vez que lembrasse da minha pessoa, estaria falido...
Blá, blá, blá, Whiskas sache...

Ai Bia, chata você, viu? Reclama horrores que o menino nunca faz nada por você e quando faz você fica cheia de grosseria no coração!
Mas vocês conhecem a música que diz: Laranja madura na beira da estrada, tá bichada Zé, ou tem marimbondo no pé!”.
É mais ou menos por aí...

- Fim do Momento Flash Back

Há alguns domingos atrás estava no MSN, eis que ele aparece.
Papo vai, papo vem e, pra resumir a história, iniciamos uma DR que começou no computador e terminou no telefone.
Então falei o que estava entalado.
Disse que estava cansada desse papinho mole, de desculpinhas esfarrapadas e de desaparecimentos sem aviso, deixando claro que, eu não queria que ele me ligasse todo final de semana, tampouco que me mandasse mensagens todos os dias, mas que atenção de vez em quando era bom.
E eu estava crente que ele ia me chamar de dramática, como sempre faz, então diz:

- “Você tem toda razão! Eu sei que não tenho sido nada legal contigo e que se digo que gosto de você, deveria de alguma forma demonstrar isso. Eu vou mudar, te prometo! Você vai ver!”.

Nossa, que medo! Papo de homem que está disposto a se regenerar.
E completa:

- “Você mudou muito comigo de uns tempos pra cá. Tem estado mais fria, mais distante...”.

Respondo:

- “Tá vendo só? Não era você que reclamava que eu era a passional da história? A que fantasiava demais? Peguei sua doença! Resolvi começar a pensar com a cabeça de cima, apesar de ela ser a única que tenho”.

E pra não me alongar mais, não que é que o filho da mãe realmente mudou?
Inesperadamente meu celular tocava: mensagem só pra saber como estava, se ia sair, como tinha sido meu dia...

Tudo muito, muito bom, mas voltemos à história da música que diz que: “Santo que vê muita esmola na sua sacola, desconfia!”.
Liguei pra casa dele, a mãe dele atende e pergunta:

- “É a Paola?”.
- “Ééé... não!”.
- “É a guria do Rio? Olha, ele não está não!”.

Armou-se a cara de desconfiada!
E lá vou eu futucar o orkut dele pra ver aquilo que eu não queria, ou melhor, aquilo que eu temia e deveria esperar durante todos esses anos.
Status de relacionamento: namorando.
Scrap de uma fulana: cunhadinho do coração!
Orkut da Paola: status de relacionamento igual e foto dos dois se beijando no álbum!

Se podiam me enterrar, porque levei uma facada nas costas? Com certeza!
Pois é meu povo querido, fui trocada e, pra completar a situação, nessas quase três semanas que soube do fato, o desgraçado não foi capaz de me dar uma satisfação dizendo: “babaca, me esquece, estou em outra, ok?!”.
Tenho tentado falar com ele, pra esclarecermos de vez essa história e pra saber também porque ele me sacaneou desse jeito, mas ele tem fugido de mim como o diabo foge da cruz, alegando estar muito ocupado (observação: ele não sabe que eu sei, pelo menos não que eu tenha contado).

Então resolvi deixar pra lá, afinal tudo vai ficar subentendido.
Se for pra acabar assim, que acabe. A vida segue e, completando a música lá em cima: “O mundo continua indo e vindo, é natural”.

E antes que comecem os comentários de: “fica bem”, “não liga não, aparecem outros”, “vai ver foi melhor assim” e coisas do gênero, digo a vocês, caros leitores, que eu estou de boa!
Levando da melhor maneira possível e curtindo a vida adoidada.
Mas agradeço de qualquer maneira!

Eu volto nesse mesmo bat canal pra contar as minhas novas aventuras pra vocês!
Beijos and have a good week.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Exigente, eu?

"Ser, querer ser, merecer ser o camaleão..."


Outro dia, enquanto conversava com um amigo sobre minha atual dificuldade de encontrar um cara legal para me fixar, ele disse: Ah, mas você também é muito exigente!!
Exigente, eu? Ah nem tanto assim!
Vejamos minhas exigências:

Quesito "aparência":
Eu já fiquei com to-dos os tipos físicos de homem, exceto asiáticos e os realmente gordos! Nada contra os japinhas! Eles têm uma certa má fama (que eu nunca comprovei), mas não foi por isso que eu nunca fiquei com nenhum. Simplesmente não rolou mesmo!

Quanto aos gordos: nada contra uma barriguINHA básica! O cara não precisa ser sarado (até porque, nem gosto!). Mas gordo, gordo mesmo... desculpem, mas não rola!
Assim como não rola com aqueles meeeeeeeega musculosos! Acho coisa de viado e/ou sem cérebro, sem contar que esse tipinho carrega a mesma fama dos japas!

Vaidade? Hum... tenha alguma! Mas não mais que eu!
Não tenho A MENOR paciência pra aturar cara que pinta as unhas, tem medo dos cabelos brancos e de uns quilinhos a mais! Mas também, não me vai aparecer fedendo, de unha suja, com a roupa rasgada... ecaaa!
Roupas? Não se vista como um adolescente e nem como um velho.
Jeans, uma camisa legal, um tênis ou sapato discreto (por favor, não use um daqueles de astronauta, nem aquele laranja com detalhes verde-limão da Nike caríssimo!)! Não precisa ser de marca, mas também não me apareça com a blusa que o candidato a vereador, Zé das Couves, distribuiu naquele comício, em 2002!
Confesso que também não gosto de piercings, moicanos, franjinhas emo, cabelos enormes, excesso de tatuagens, alargadores e demais maluquices!

Quesito “hábitos”:
Você pode beber. Aliás, homem que não bebe é muito chato! Mas isso não significa que você deva se embebedar todo santo dia, dar vexame, etc... Claro que pode acontecer, mas que não seja freqüente pois não quero ser "a namorada do pinguço".
Fumar... hum... não curto, mas não deixo de ficar/namorar alguém por isso.

Drogas? Não, obrigado.

Gosta de futebol? Ótimo! Eu também! Adoro homem que gosta de futebol, mesmo se torcer pro (eca!) flamengo! Pode ir jogar bola com os amigos, sem problemas. Desde que não seja todo o santo dia e que jogar bola seja JOGAR BOLA mesmo, sabe?
Gosta de noitada? Eu também gosto. Mas não tenho paciência pro cara que vai pra night de segunda à segunda, nem pros que freqüentam todas as boates de mauricinho do Rio de Janeiro! Pra mim, isso é desespero e carência! Mas também acho um tédio aquele cara que nunca arreda o pé pra fora de casa.

Religioso?
Extremamente convicto e fanático? Err... sou a garota errada para esse tipo, sinto muito! Mas acho que nenhum desses se interessou por mim! Por que será?

Quesito "personalidade": esse é o mais difícil.
Inteligência, por exemplo, é fundamental! Homem burro comigo não tem vez! Saiba apreciar uma boa música, um bom livro, escreva corretamente (importantíssimo!)...
Mas também não seja tão culto a ponto de dispensar um besteirol!
Você lembra das falas do Chaves? Se pergunta se o Mestre dos Magos poderia mesmo vir a ser o Vingador? Lembra de váaaarios suceeeeessos da música trash dos anos 80 e 90? Ponto pra você! Mas também, não seja do tipo que toca punheta pensando na Dona Florinda de biquíni!


Pode gostar de uma escatologia que eu também gosto! Mas, por favor, não seja tão ogro a ponto de arrotar num restaurante ou na frente de alguém menos íntimo e ainda mandar aquela máxima "melhor do que sair por baixo, né?" (estilo Shrek mesmo)! Quando estivermos a sós, pode mandar ver que eu vou achar até engraçado (claro que sem excessos!)! E, se me derem coca-cola, eu te acompanho, se você quiser!

Cafajeste ou bonzinho? Eis a questão!
Eu acredito que o importante é o cara demonstrar ser uma boa pessoa. Acho lindo homem que gosta de crianças e de animais; que trate a todos com dignidade e respeito, etc...
Mas eu já cansei mesmo do tipo “pegador”, ou seja, cafajeste! Cansei de investir em homens completamente imaturos com relação a eles próprios e, sobretudo, com as mulheres! Cansei de dar chance para caras que não são dignos de confiança quando o assunto é o relacionamento amoroso e que, se continuarem assim, no futuro vão acabar sozinhos e/ou dependentes de alguém que, um dia, eles sacanearam.

Mas também, por favor, não confunda “bonzinho” com “bundão”! Não seja submisso, sem atitude, sem iniciativa... Saiba se impor, negociar as suas vontades com as minhas, ceder e não ceder! Seja homem, porra!
E, principalmente, me banque!
Sabe aquele tipo de homem que te defenderia, que estaria contigo caso acontecesse qualquer problema, que te faz sentir segura e protegida? Esse é o cara!
Não precisa ser rico! Não mesmo! Mas é bom que eu perceba que ele, pelo menos, está se empenhando em crescer na sua carreira profissional e que terá um futuro estável.
Ficar dependendo da mamãe pra sempre é RIDÍCULO!

Ok... Tenho lá minhas exigências!
Mas pensem bem! Eu quero as coisas mais simples e óbvias num homem!
Eu quero um meio-termo! Não exijo muito, não!

Enfim... DÁ PRA SER OU TÁ DIFÍCIL?????

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domingo, 13 de julho de 2008

Chutes e Pontapés

"Não aprendi dizer adeus..."


Minha vida anda um marasmo. E, como não tenho mais o que fazer, vou falar da vida dos outros, pois comigo, até então, não tem acontecido nada de emocionante.
Bom, um fato que marcou essa minha última semana foi o segundo rompimento repentino e a pronta reconciliação entre minha amiga Solineuza e seu respectivo namorado.

Términos e reconciliações são normais! Mas o que é intrigante é que o namoradão lá entra em crise, aparentemente do nada e, igualmente do nada, resolve dar um tempo... Ou seja, ambos estão no maior love o tempo in-tei-ro (e eu sou testemunha pois às vezes tenho que segurar uma vela básica), mas um belo dia, sabe-se lá porque, ele resolve acabar com tudo! Assim! Sem motivo concreto! Tchum! Pronto, cabô!
Mas, horas depois, se arrepende e quer voltar. E minha amiga, apaixonada (portanto, burra) , acaba voltando.

Na verdade, não estou a fim de bancar a psicóloga e tentar entender a cabeça perturbada do cara em questão! Até porque, o que me chama atenção mesmo é o fato de alguém conseguir terminar relacionamentos com tamanha facilidade!
Gente, pra mim não existe coisa mais desagradável do que dar o pé na bunda de alguém! Odeio ter que terminar qualquer tipo de relacionamento, até os mais insignificantes! Sabe aquele carinha que você conheceu na balada e depois ficou no seu pé (e você não agüenta mais)? Eu não sei dar tchau nem pra esses tipinhos!

Na hora, eu penso: o que vou dizer?

Opção 1: "Gosto de outra pessoa, desculpe."
Respostas possíveis:
- "Mas por que você não se dá uma chance para tentar gostar de outra pessoa? A gente podia se conhecer melhor e aí, quem sabe?"
- "Então você estava apenas me usandooo?" (Já ouvi essa! Acreditem!)

Opção 2: "Olha, agora estou investindo na minha vida profissional, sabe?"
Putz... Não existe caô mais deslavado que esse!

Opção 3: O bom e velho "Não é você. Sou eu."
Essa é a mais manjada de todas! E, quase sempre, significa: "Sim, é você e eu tô mentindo pra tentar não te magoar!".
Porém, às vezes, realmente é conosco o problema. Pois o outro pode ter uma característica que VOCÊ não gosta, mas que outras pessoas gostem, ué!

De qualquer forma, nenhuma das opções são perfeitas. Portanto, adoto o velho número do desaparecimento, tanto usado pelos cafas da vida e, então, sumo do mapa! Desligo celular, não atendo telefone, bloqueio no msn, etc...
Quando já tenho uma relação mais concreta com o cara, aí eu vou ficando distante, até o cara perceber! Mas se ele não terminar comigo, eu vou ficar enrolando pra tomar uma atitude, assim como fiquei 1 ano enrolando meu ex!

Uma coisa que percebo, quanto a isso, é que geralmente as mulheres é que ficam com pena de magoar o cara e ficam empurrando o relacionamento com a barriga. Mas homens, quando querem, terminam mesmo e é isso! E quando dizem que não terminam porque têm pena da garota ou algo do tipo, quase sempre, vemos que era conversa fiada, no final das contas.

Aiai... mas vocês estão é certos. Mulher que é burra, que pensa primeiro nos outros e depois em si!
Nessas horas, eu queria pensar que nem homem, viu?!

Humpf...

sábado, 5 de julho de 2008

Moira, destino, whatever...

"Até que nem tanto esotérico assim..."


* Um post meio estilo "auto-ajuda", mas tá valendo...

Na Grécia antiga, acreditava-se na Moira.
A Moira era essencialmente o que chamamos de destino e era representada pelas três irmãs parcas. Elas tinham em suas mãos o fio da vida de todos os mortais. Assim, cada uma delas era responsável por uma fase de nossa existência, que eram, respectivamente: o nascimento, o desenrolar da vida e a morte.
(Bonito, né? Lily também é cultura, rapá!)

Mas, pensando nas parcas, na Moira e no quebra-cabeças que acaba se montando com o desenrolar dos acontecimentos, eu me pergunto até quando esse lance de destino não passa de um mito grego.
Porque, pensando bem, ele faz sentido. Deixando as irmãs parcas de lado, é ou não impressionante o fato de certas pessoas marcarem tanto sua vida, a ponto de você não imaginar mais como teria sido se ela não tivesse aparecido? Fora todos aqueles acontecimentos chatos que, no fim, foram necessários para que uma coisa maravilhosa e inesperada acontecesse.
É ou não é o tal do destino, da Moira, whatever?

O problema é que acreditar na Moira às vezes pode ser uma grande ingenuidade. A gente fica sempre pensando em coisas como: "o melhor está por vir" e demais promessas de um futuro bom. Afinal, uma pessoa boa, trabalhadora, dedicada, amiga, inteligente, muito gente fina e, ainda por cima, fã do Chico Buarque, lóoogico que merece um happy end, né, galera?

Ai, Lily... sua tolinha!
Mas digam, aê, mulherada! Aposto que boa parte de vocês também sonha com esse final feliz! Se forem tão bobalhonas quanto eu, provavelmente mal beijaram aqueeeele carinha legal e já se pegam se imaginando num lindo vestido de noiva, dando a notícia de sua primeira gravidez para ele, que obviamente, será o pai dos seus filhos e o dono do seu labrador, os quais você já até sabe o nome!

Sabem a Bridget Jones quando fica imaginando o Daniel Cleaver fazendo piada na cerimônia do hipotético casório deles? Bem por aí...

Pode ser ingenuidade, mas se não pensássemos assim, que graça teria realizar sonhos? E que gana teríamos para lutar por eles?
E, por mais que eles não se realizem, devemos lembrar do que já contradisse os nossos planos, mudou o rumo do nosso barco, mas nos tornou melhores depois.
Tudo o que dá errado também faz parte da Moira! Porque é através da não-realização de certos planos que coisas surpreendentemente boas podem se concretizar e, provavelmente, acabam te saindo melhor do que a encomenda. (Pura filosofia, hein! Tô demais hoje!)

No fundo, acreditar no destino é algo confortante e que nos faz querer seguir em frente pra ver que bicho dá. Se tivéssemos a certeza de que somos apenas almas perdidas nadando num aquário (dá-lhe Pink Floyd), não teríamos um motivo para continuar vivendo.
O que faz a vida prestar mais é a certeza de que sempre pode pintar a chance de pularmos pra fora dali; vide Procurando Nemo! (Ok! Estraguei tudo!)

Portanto, que o destino seja Deus, ou as parcas ou uma força maior, não importa.
O importante é confiar na tal da Moira!
E não se esqueça: "continue a nadar"; mesmo que por enquanto, você seja só um peixinho de aquário.


Glub-glub! ;)

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